Post do Leitor: Sem brigas e sem stress: Android x iOS
Olá pessoal, o leitor Marcleo Pinheiro, fez um belo texto e me enviou, e não poderia deixar de publicar aqui.
Marcelo parabens pelo texto!!!
Acho que desde um Motorola bem fraquinho que eu tive, que comecei com esse lance de modificações de ROM. Lembro que assim que descobri como mudar a rom original por outra, minha concepção de celular, mudou: fiquei viciado!!!
De lá pra cá, muita coisa mudou. Motorola, Nokia, Sony Ericsson, LG… Symbian, Android, iOS… Naquele tempo, nem se ouvia falar noutro sistema operacional fora o Symbian. Android? Google? iOS? Apple? Ahh, essa eu conhecia, mas apenas como fabricante de computador e Mac OS!
Quando vi que a Apple, a tal que só fabricava computador e Mac OS, iria fabricar um telefone (já existia o iPod…), não imaginei que fosse revolucionar o mercado de smartphones. Antes, somente a Nokia dominava esse nicho de mercado, junto com a SonyEricsson, lá atrás. E um sistema operacional além do Symbian, era demais! Como seria esse telefone? Bom, quando o vi pela primeira vez, funcionando apenas, pensei: Uau!!!! Isso é demais!!!!
Mas…
Bom, como todo viciado em celulares, sempre procurei ler muito sobre o assunto. Blogs e sites sobre celular começavam a se proliferar como ervas daninhas pela Internet. E era bom demais! O que eu mais lia era o GSM Arena. Pra mim, um dos melhores sites sobre tecnologia Mobile e seus reviews. E lá fui eu atrás do iPhone… Ok… especificações… legal, hardware bom. Críticas… Peraí… Como assim???
É, nem tudo é perfeito. Várias coisas comuns de smartphones, como copiar e colar, mms, BT e outras coisas, ou vinham capadas ou não vinham. Mas por que isso, me perguntava. Porque a Apple fez isso? Qual o motivo? O iOS era lindo de se ver, vira prá lá, volta prá cá, gira assim, abre e fecha dedos… mas devia funções básicas! O BT, super usado, só poderia ter acesso entre dois iPhones!!! COMO ASSIM? E minha empolgação, acabando…
Daí, veio o Google dizendo que lançaria o Android. Demorou um tempo, mas se tornou realidade. Confesso que não me empolguei muito, principalmente vendo as primeiras versões. Tinha um visual tosco, capenga. Nunca me encheu os olhos. Ainda preferia o N95 e seu Symbian insuperável. E junto com o iOS, ele foi crescendo. E eu sempre acompanhava os dois à distância, pois não tinha grana pra comprar nenhum dos dois. Mas xeretava nas lojas. Vivia lendo os reviews. Sabia de tudo mesmo nunca tendo experimentado nenhum dos dois. Eles e os outros.
Daí… surgiu a oportunidade de comprar o Milestone!!! UAU!!!! Android 2.1!!!! iOS que nada, coisa chata, fresca, presa. Não rola. Comprei o Milestone. Completamente diferente de tudo o que eu já havia experimentado e usado. Paixão! A sincronização entre os produtos Google era perfeita!!! Os aplicativos eu achava, como UI, toscos, mas tava valendo! E fui me aprofundando no Green Robot Universe. Fóruns, sites, XDA… Devorava! Opa, posso trocar a ROM!!! Trocava e ficava debulhando atrás de bugs. E enquanto isso, acompanhava a trajetória do iOS de longe. E mesmo adorando o Android, lá no fundo, admitia: bem que o Android podia ser como o iOS. Fluido, bonito, bem estruturado e com aplicativos bacanas, coloridos, de interface gráfica bonita, que chamasse a atenção pela usabilidade. Aliás, essa é uma palavra que, ao meu ver, ainda assombra o Android, mas bem menos que no passado.
E o Android cresceu. Assim como o iOS. Ambos ganharam funcionalidades que não tinham e novas funções surgiam. O Android mudava de cara. Fazia um lifting alí, um botox alí, puxava aqui, esticava lá… Sempre tentando melhorar, se adaptar. E o iOS mudava tb, mas não tanto como o seu rival verde. Ela gostava (e ainda gosta) de falar que está bonito, está pronto, tá perfeito. Sempre achei isso uma coisa chata, meio que uma antipatia por parte da Apple. Ela sabia que faltava coisa, mas não admitia. Mas algum tempo depois, colocava aquele ponto final que faltava, a cereja do bolo, e fazia festa como se aquela fosse a maior novidade do planeta (alguém lembra do Facetime?).
E o tempo passou e pude, finalmente, comprar meu iPhone!!!! Na época, meu Milestone já estava lento pro que estava vindo (Gingerbread), mas ainda aguentava. E como curto muito esse tipo de tecnologia mobile, comprei o iPhone mais no intuito de estudar o iOS. Afinal, como falar (bem ou mal) se não conhecia? Eu tinha que colocar a mão, futucar, experimentar, ver com meus próprios olhos o sistema. Me encantei. Realmente era bom. Tudo muito fluido. O que o Android tinha que ser, o iOS era. Tinha seus defeitos, óbvio, mas era magnífico. Não engasgava, não tinha lag, não travava. E o som? Cara, iPod no máximo!!!! Daí meu Milestone ficou ruim… Tadinho. Gosto muito dele. Ainda o tenho aqui… Ruim. Mas tenho. E eis que surge a oportunidade de comprar o telefone mais rápido e poderoso do mundo!!!! Motorola Atrix!!!! UAU!!!! Android 2.2… e já havia sido lançado o 2.3 e já se falava no 4… Por que, Motorola, por quê? E lá vinha o Todo-Poderoso, vestindo o seu pretinho básico e mostrando toda a sua… lerdeza. Sim, era lerdo. Achava que o Atrix ia voar! Mas não. Achei lerdo, as telas travavam, a lista de contatos travava, tinha lag direto… nossa, como assim? Aquilo era o telefone mais fuderoso do mundo? O pica das galaxias? Ahhhh, Motorola… Porque você foi criar o MotoBlur? Aquilo sim, deixava o celular lento. E foi quando pus o Gingerbread americano, ainda com o Blur. E depois, mais tarde, o AOSP via CM7. Aí sim o Atrix mostrava o seu poder! E aí sim eu puder comparar os dois sistemas operacionais.
iOS:
Tudo nele parece pensado nos mínimos detalhes. Não se esquecem de nada, absolutamente nada. Funcionava perfeito. Dava suas travadas, principalmente depois do iOS5, mais ainda sim, funciona bem. Era até bem rápido se pegarmos o modelo, que era o 3GS. Os aplicativos, então… nossa! Bons demais. E a melhor plataforma móvel de jogos, isso é indiscutível. Porém, pra mim, ele ainda devia certas coisas… E uma coisa, pra mim, é muito importante nesse meio: liberdade. E essa tal de liberdade não existe, em definitivo, no iOS. Vou fingir que não existe o Cydia, ok? Vejamos porque: tudo é muito fechado. E você nunca, nunca pode competir com a própria Apple e seus aplicativos no iPhone. Escolher qual browser usar quando se tem que abrir um link? Não existe essa possibilidade. Anexar um arquivo de dentro do email padrão? Impossível (WTF!!!) E fora que ele não é tão fácil assim de usar. As configurações dos aplicativos, ora ficam dentro deles, ora nas configurações gerais do iOS, ora nos dois!!! Você tem que dar umas voltas pelo parque pra fazer ou chegar a uma certa função. Não existem atalhos que se possa criar. Ahhh, mas ele é lindo!!! Dá aquelas voltinhas, tem aquelas animações todas que você chega a chorar de emoção. Mas e daí? Daí que o laucher fica zoneado, abarrotado de ícones quando se tem muitos aplicativos e a capacidade absurda das pastas acolherem apenas 12 ícones de aplicativos. E essa incapacidade de se fazer algo em relação, me deixava doente. Porque não posso deixar o sistema mais fácil de se usar, deixá-lo no meu jeito? Infelizmente, essa liberdade não é uma opção no iOS. Infelizmente, mesmo. Ou, felizmente pro Android.
E desde o lançamento do iPod, o iTunes virou um faz tudo. Deixou de ser apenas um player para agregar uma store, uma livraria, banca de jornal, biblioteca e controlador do seu iGadget. Sim, pq é absurda a idéia de se poder por uma imagem no iPhone apenas pelo iTunes. Ou apagar esta mesma imagem, apenas pelo iTunes. Mobilidade? Não sei o que é isso… Ainda bem que a Apple está pensando nos seus conceitos.
Android:
Sempre achei o Android feio. Sempre achei ele sem graça, preto e branco, sem vida, sem cor. Isso, a versão pura. Mas pode-se contar com as versões loucas de cada fabricante, prometendo mundos e fundos de funcionalidades que só deixavam o Robozinho Verde mais pesado. Mas além disso, você ainda podia mudar a cara dele. Se não estou satisfeito com o app oficial de sms, posso baixar outro! Não que no iOS não possa, mas no Android tenho a opção de por este novo app como padrão e fingir que o oficial não existe! Browser? Quantos eu quiser e com a possibilidade de escolher qual eu quero como padrão! MP3 player? Também escolho! Essa palavra, “escolha”, é que falta no microcosmo do iOS. E que no Android, tenho de sobra! Não para por aí. Se lá atrás eu já brincava de modificar a ROM do celular, com o Android isso chegou a um novo patamar! E pra mim e pra outros geeks, isso é fundamental! E tem mais: não ficamos presos ao computador pra apagar isso ou por aquilo no celular!
E aí chegou o ICS. E tudo mudou. Tudo o que eu sempre quis no Android, agora ele tem. Está bonito, está fluido, está mais funcional. Os aplicativos estão bonitos graficamente, não somente os do Google, mas os de terceiros, também. Tudo estava se tornando realidade. Mas ainda existe um fantasma no Android. E esse fantasma chama-se fragmentação. Ou qualquer outra palavra que você queira definir esse jogo ridículo que as fabricantes fazem com seus usuários. É neste ponto que a Apple ganha disparado do Google. E é neste ponto que o Google dá seu tiro no pé, porque as fabricantes adoram empurrar celulares cada vez mais poderosos no mercado, mas rolar atualização que é bom, neca. O ideal seria cada fabricante, obrigatoriamente, lançar um Google Phone e mais quantos quiserem. Mas o Google Phone sempre seria atualizado. E é assim que acontece com a linha Nexus. E você escolhe se quer ou não comprar um Google Phone ou um mais barato, mas sem a garantia de atualização. E não somente isso: essa caracterização carnavalesca que as fabricantes fazem no Android, atrasam demais a atualização. Pensei que com o ICS isso terminaria, mas vi que não. Era ladainha do Google. Vide o TouchWizz das Samsung. O Galaxy S2 já está com o ICS, mas se não fossem os ícones, você nunca teria notado a nova interface. Isso é um saco.
Bom, e então, como podemos ver, definitivamente não existe sistema operacional perfeito. Existe sim, o sistema perfeito pra cada de tipo de pessoa e suas necessidades. Pra muita gente, o iOS é ótimo. Mexer mais, porquê? Tá bom assim. Só falo, entro nas redes sociais, brinco de fotógrafo, mando sms e navego. Pra outros, quanto maior o leque de opções, melhor. E eu sou desde time. Quem me conhece, sabe que eu amo o Android. Mas como já tive o iOS, posso falar de carteirinha e convicção que é um sistema maravilhoso, mas focado para um público diferente, atendendo às necessidades desse público. O mesmo ocorre com o Android. Ele tem muitas opções, muitos menus, muitas coisas. E nem todo mundo saca esse tipo de coisa num celular e nem está a fim de entender. Mas se encaixa perfeitamente pra usuários mais geeks (e com orgulho!!!), como nós!
Portanto, mais uma vez, não há vendedor. É inegável o advento do iPhone no mundo tecnológico. Será que se não existisse, nós estaríamos com o nível que estamos em tecnologia mobile? Até porque, muitas pessoas dizem que o celular touch foi criado pela Apple, o que não é verdade, pois já existiam os Symbians pra Sony Ericsson adaptados pro touch e que não eram aquelas coisas medonhas da Nokia. A Apple pode não ter criado o celular full touch, mas mudou a forma de como essa tecnologia veio nos ajudar. E se não fosse pelo Android, essa competitividade toda também não existiria, pois se a Apple corre atrás do prejuízo, é porque o robozinho verde está na sua cola, criando coisas bacanas e dando tanta liberdade pra gente.
Mas no final das contas, sabe quem ganha? Nós, pois podemos escolher! E ponto final!!!
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Read MoreTIM é a primeira operadora brasileira a oferecer aplicativo para compra de créditos
O aplicativo Recarga TIM já está disponível para usuários de aparelhos com sistema operacional Android e, em poucos dias, acumulou mais de 10 mil downloads. Em breve, a ferramenta será oferecida também para usuários de iPhone. A TIM é vice-líder no mercado de celulares pré-pagos do Brasil com mais de 57 milhões de clientes nesse segmento, o equivalente a 85% da sua base total de assinantes. A diferença para a operadora líder da modalidade é de pouco menos de 600 mil linhas.
O aplicativo permite recargas nos valores de R$ 12, R$ 17, R$ 26, R$ 35, R$ 50 e R$ 100, além de realizar consultas no histórico de compras, para um melhor controle dos créditos.Usuários de planos de dados pré-pagos, como o Infinity Web Modem, também podem comprar créditos com a nova ferramenta. O download é gratuito e as transações no aplicativo não geram cobrança de tráfego de dados. Para efetuar a primeira recarga, o cliente deve preencher um pequeno formulário, dispensado caso o cliente já tenha se cadastrado no site da TIM.
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Read MoreDescarte sustentável que vale desconto
APodem estar em bom ou mau estado de conservação, independente de marca, desde que não estejam desmontados. Com essa campanha, a expectativa é coletar de cerca de 2 mil celulares até o final da feira.
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Read MoreA Gameloft apresenta o Free2Play no Brasil com apoio de operadoras
A Gameloft, anuncia a chegada de jogos Free2Play para feature e smartphones, com biling local. A Vivo é a primeira operadora no país a oferecer os jogos no novo modelo.
Além dos grandes títulos da desenvolvedora que sempre tiveram espaço nas plataformas digitais dos consumidores de tecnologia, agora a Gameloft traz esta novidade para uma parte do mercado que prefere encontrar diversão de qualidade sem custo.
Jogos Free2Play, também conhecidos como Freemium, são jogos gratuitos de diferentes gêneros que abrangem o maior número de pessoas, de todos os sexos e idades. Eles ainda permitem que o usuário faça micro pagamentos para facilitar o progresso no jogo, mas como uma alternativa, o que não interfere na experiência nem na jogabilidade do jogador.
Agora esta possibilidade está ainda mais fácil para o usuário, porque ele pode comprar as moedas virtuais através do billing da própria operadora, seja através de crédito ou conta, e tanto para feature como smartphones.
Além disso, este modelo de jogo tem como benefício o combate à pirataria, já que usuários que consomem este tipo de conteúdo agora vão poder experimentar jogos de qualidade gratuitamente.
Para o diretor de vendas da Gameloft Brasil, Sylvain Baudry, com este novo produto a penetração do mercado será ainda maior. “Com a evolução dos smartphones, pessoas estão equipando os aparelhos com todo tipo de aplicativo. Portanto, quanto mais barato for, mais fácil de ser baixado. Se for gratuito, é ainda melhor,” diz Baudry.
A Gameloft acredita que jogos Free2play vão expandir a experiência de jogo dos usuários através da oferta de jogos mais acessíveis para todo tipo de jogador e eles podem escolher jogar conforme queiram.
“Mas vale lembrar que esta não é uma mudança de estratégia da empresa,” ressalta Baudry. “Os grandes títulos de sucesso da Gameloft vão continuar agradando os nossos fãs, mas agora trazemos algo diferente para aqueles que ainda não nos conheciam,” acrescenta.
Entram para o catálogo Free2Play títulos como A Era do Gelo, Let’s Golf 3, Dungeon Hunter 3, The Oregon Trail: American Settlers, Fantasy Village, Six Guns e muitos outros.
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Read MoreKingston lança o SSD HyperX 3K:
Além de carregar jogos e aplicativos com mais rapidez, o SSD HyperX 3K também aumenta a capacidade do equipamento em processar imagens (Frame per Second – FPS), melhorando o desempenho de programas que utilizam recursos multimídia. Suas taxas de leitura e gravação chegam a 555 MB/s e 510 MB/s, respectivamente e entrada/saída por segundo (IOPS) de 85 mil/74mil, respectivamente – um HD para servidor padrão, por exemplo, possui cerca de 300 IOPS para leitura e gravação:
“É mais de 280 vezes a performance de um HD para servidor só que no desktop ou laptop de um usuário”, destaca Gerardo Rocha, gerente de desenvolvimento de negócios da Kingston. “Estamos muito satisfeitos em poder oferecer um SSD que combina a performance do HyperX e a qualidade da Kingston com um preço mais baixo”, completa Rocha.
O SSD HyperX 3K possui as tecnologias SandForce DuraClass™ e DuraWright™ que oferecem avançada proteção de dados e a máxima resistência durante toda a vida útil da unidade. É revestido por alumínio e apresenta um design elegante, na cor preta, que aprimora a aparência de qualquer sistema avançado do usuário. Disponível nas versões de 90 GB (R$ 539,90), 120 GB (R$ 664,90), 240 GB (R$ 1.389,90) e 480 GB (R$ 2.809,90), pode ser adquirido separadamente ou com kit completo para upgrade.
A Kingston oferece ainda três anos de garantia e suporte técnico gratuito.
Veja mais sobre o SSD HyperX 3K no canal da Kingston no Youtube: http://www.kingston.com/br/ssd/video/?vid=ZCTmH8VGWXg
Preço sugerido:
• SH103S3/90G – R$ 539,90
• SH103S3/120G – R$ 664,90
• SH103S3/240G – R$ 1.389,90
• SH103S3/480G – R$ 2.809,90
Especificações:
• Fator de forma: 2,5”
• Controlador:SandForce® SF-2281
• Componentes: MLC NAND (Ciclos P/E 3k P/E)
• Interface: SATA Rev 3.0 (6GB/s), SATA Rev 2.0 (3GB/s)
• Capacidades*: 90GB, 120GB, 240GB, 480GB
• Leituras sequenciais** SATA Rev. 3.0: 90GB/120GB/240GB – 555MB/s; 480GB – 540MB/s
• Leituras sequenciais**SATA Rev. 3.0: 90GB / 120GB / 240GB – 510MB/s; 480GB – 450MB/s
• Leitura/Gravação Aleatória Sustentada de 4K***
90GB – 20.000/50.000 IOPS
120GB – 20.000/60.000 IOPS
240GB – 40.000/57.000 IOPS
480GB – 60.000/45.000 IOPS
• Leitura/Gravação Aleatória Máxima de 4K***
90GB – 85.000/74.000 IOPS
120GB – 85.000/73.000 IOPS
240GB – 86.000/60.000 IOPS
480GB – 75.000/48.000 IOPS
• Pontuação com PCMARK® Vantage HDD Suite: 90GB / 120GB / 240GB / 480GB:60,000
• Suporta S.M.A.R.T., TRIM e GarbageCollection
• Consumo de energia:0,455W (TYP) Inativa /1,58 W (TYP) Leitura/2,11 W (TYP) Gravação
• Dimensões: 69,85 x 100 x 9,5mm
• Peso:97g
• Temperaturas de operação: 0°C ~ 70°C
• Temperaturas de armazenamento: -40°C ~ 85°C
• Resistência a impacto: 1500G
• Vibração em operação: 2,17G
• Vibração quando não está em operação: 20G
• MTBF (Tempo Médio entre Falhas):1.000.000 Horas
• Total bytes gravados (TBW): 90GB:57.6TB; 120GB:76.8TB; 240GB:153.6TBe 480GB:307.2TB
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